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Os dois mundos de Astrid Jones, de A. S. King

“O movimento é impossível.” É o que Astrid Jones, 17 anos, aprendeu na sua aula de filosofia. E, vivendo na pequena cidade em que mora, ela começa a acreditar que isso é mesmo verdade. São sempre as mesmas pessoas, as mesmas fofocas, a mesma visão de mundo limitada, como se estivessem todos presos em uma caverna, nunca enxergando nada além.

Nesse ambiente, ela não tem com quem desabafar suas angústias, e por isso deita-se em seu jardim, olha os aviões no céu, e expõe suas dúvidas mais secretas aos passageiros, já que eles nunca irão julgá-la. Em seu conflito solitário, ela se vê dividida entre dois mundos: um em que é livre para ser quem é de verdade e dar vazão ao que vai em seu íntimo, e outro em que precisa se enquadrar desconfortavelmente em convenções sociais. [Saiba +]




Entre o amor e a vingança, de Sarah MacLean


O que um canalha quer, um canalha consegue
Uma década atrás, o marquês de Bourne perdeu tudo o que possuía em uma mesa de jogo e foi expulso do lugar onde vivia com nada além de seu título. Agora, sócio da mais exclusiva casa de jogos de Londres, o frio e cruel Bourne quer vingança e vai fazer o que for preciso para recuperar sua herança, mesmo que para isso tenha que se casar com a perfeita e respeitável Lady Penélope Marbury.

Após um noivado rompido e vários pretendentes decepcionantes, Penélope ficou com pouco interesse em um casamento tranquilo e confortável, e passou a desejar algo mais em sua vida. Sua sorte é que seu novo marido, o marquês de Bourne, pode proporcionar a ela o acesso a um mundo inexplorado de prazeres. [Saiba +]






Minha vida fora de série - 3ª temporada, de Paula Pimenta

Três anos se passaram desde a 2ª temporada de Minha vida fora de série. Priscila, agora com 19 anos, percebe que tem que deixar a adolescência para trás e começar a lidar com as responsabilidades da vida adulta: o namoro com Rodrigo, cada vez mais sério; o início da faculdade, que ela ainda tem dúvidas se escolheu a certa; as novidades na família, que mais uma vez transformam seu cotidiano. Mas, como nos seriados que tanto ama, ela também vai passar por muitas reviravoltas e confusões, e descobrir que alguns acontecimentos de episódios passados podem afetar os atuais. Não perca mais esta temporada imperdível da vida fora de série de Priscila. [Saiba +]







Expressões necessárias para falar inglês, de Cris Souza

Este é um guia, um manual compacto e prático, no qual você encontrará as expressões mais comuns do inglês. Elas permitem que você se comunique melhor e tenha mais domínio desse idioma tão importante para os dias de hoje, e evitam que você caia em armadilhas. Afinal, “if you gonna make up one’s mind” não quer dizer que você vai maquiar a mente de alguém, certo? Ou então, se um cliente americano perguntar “can you get the picture?”, você não precisará questionar sobre qual retrato exatamente ele está falando. [Saiba +]













Uma metamorfose iraniana, de Mana Neyestani

O pesadelo de Mana Neyestani começa em 2006, quando ele desenha uma conversa entre uma criança e uma barata no suplemento infantil de um jornal iraniano. O inseto utiliza uma palavra azeri, e os azeris, povo de origem turca do norte do Irã há muito oprimido pelo regime central, se sentem provocados. Para alguns deles, o desenho de Mana é o estopim que faz inflamar os ânimos e um excelente pretexto para desencadearem um levante. O regime de Teerã precisa de um bode expiatório, e Mana e o editor do jornal são detidos e mandados para a prisão 209, uma seção não oficial da prisão de Evin, sob a administração da VEVAK, o Ministério da Inteligência e da Segurança Nacional. Ao termo de três meses de detenção, Mana obtém alguns dias de liberdade provisória. É então que decide fugir com sua mulher. [Saiba +]







Pílulas azuis, de Frederik Peeters
Nesta narrativa gráfica pessoal e de rara pureza, por meio de um roteiro simples e de temas universais (o amor, a morte), Frederik Peeters conta sobre seu encontro e sua história com Cati, envolvendo o vírus ignóbil que entra em cena e muda tudo, e todas as emoções contraditórias que ele tem de aprender a gerenciar: amor, raiva, compaixão. Pílulas azuis nos permite acompanhar, sem nenhum vestígio de sentimentalismo, através de um prisma raramente (senão nunca) abordado, o cotidiano de uma relação cingida pelo HIV, sem deixar de lançar algumas verdades duras e surpreendentes sobre o assunto. Apesar da seriedade do tema, Pílulas azuis é uma obra cheia de leveza e humor. Não é à toa que é considerada por muitos a obra-prima de Frederik Peeters. Uma das mais belas histórias de amor já publicadas. [Saiba +]




Pensar a imagem, Organização de Emmanuel Alloa
    
Pensar a imagem é ao mesmo tempo um título e uma necessidade. Organizado por Emmanuel Alloa, o livro reúne diferentes autores em torno de um objeto durante muito tempo excluído do logos filosófico e que hoje, mais do que nunca, determina nossa relação com o real: a imagem. Em 1994, dois autores presentes neste volume – Gottfried Boehm, na Alemanha, e W. J. T. Mitchell, nos Estados Unidos – abriram o debate ao nos convidarem a substituirmos a “virada linguística”, que marcou o pensamento da primeira metade do século XX, por uma “virada icônica”. Na Alemanha, historiadores da arte como Hans Belting e Horst Bredekamp retomaram esse convite, abrindo caminho para a criação de uma “ciência da imagem”, que faria eco à “ciência da linguagem”. O volume documenta um certo número de debates dos últimos anos, como aquele entre Georges Didi-Huberman e Jean-Luc Godard ou entre W. J. T. Mitchell e Jacques Rancière. Além disso, conta ainda com contribuições de autores como Marie-José Mondzain, Emanuele Coccia e Jean-Luc Nancy. Algumas perguntas centrais desenham o quadro de reflexões a que este livro se dedica: o pensamento ocidental é iconofóbico? É a imagem estruturada como uma linguagem? Há uma lógica das imagens diferente da lógica do texto? Qual a relação entre imagem e poder? Precisamos de uma ética da imagem? As imagens podem funcionar como reparação ou como restituição? [Saiba +]

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