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Resenha #199: Moriarty - Anthony Horowitz

Título: Moriarty
Autor: Anthony Horowitz
Editora: Record
Edição: 1
ISBN: 9788501106230
Gênero: Policial
Ano: 2015
Páginas: 350
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Avaliação: 


RESENHA


O que você espera de um livro cujo nome é o do arqui-inimigo do Sherlock Holmes? Crimes, mistérios, talvez pistas que não levam a lugar algum ou levam a todo o desenrolar de uma historia fantástica e o desvendar de uma rede criminosa que se espalha pelo mundo. Esses são alguns dos ingredientes do qual Anthony Horowitz utilizou para conduzir sua história no universo Policial do mundialmente conhecido Sherlock Holmes.



Anthony Horowitz, escritor Inglês de grande reconhecimento e sucesso Foi indicado pela Conan Doyale Estate - entidade associada a família do Sir Arthur Conan Doyale que coordena a literatura, venda de produtos e direito de propaganda dos personagens criados pelo autor - para escrever dois novos romances do detetive Sherlock Holmes. O primeiro deles A casa de Seda, publicado aqui no Brasil em 2012 pela editora Zahar, e sua sequência Moriarty, publicado em 2015 pela editora Record. Embora Moriarty seja a sequencia do livro A Casa de Seda a historia de ambos não são dependentes, podendo serem lidos em qualquer ordem. 

No livro Moriarty, Horowitz conta a historia do detetive Americano Frederick Chase, da agência Pinkerton. Chase persegue o gênio do crime americano até a Inglaterra, onde ele iria se encontrar com Moriarty. O que Chase não sabia é que enquanto ele viajava a Londres, Sherlock Holmes e o Professor Moriarty se encontravam nas cachoeiras de Reichenbach, o que levaria a morte dos dois. Nesse contexto o livro é conduzido e o detetive Chase se encontra com o inspetor Athelney Jones da Scotland Yard que o ajuda na sua busca ao vilão americano que com a morte do Professor pretende expandir sua rede criminal à Europa.

A história narrada em primeira pessoa por Frederick Chase não deixa a desejar,  que contribui bastante para o mistério do livro. Além disso, conhecer a perspectiva do personagem quanto à esse mundo no qual ele foi inserido nos conduz de forma genuína pelas ruas da Londres de Holmes, como se estivéssemos redescobrindo cada personagem, cada rua, cada ambiente que, um dia, o grande detetive, Sherlock, esteve. 

A editora Record teve um cuidado muito grande com esse livro. Embora a capa seja simples, eu a considero bonita e com certa referencia à história. A diagramação foi muito bem escolhida, letras relativamente grandes, o espaçamento de margens e entre linhas adequado para garantir uma leitura rápida e menos cansativa. 

Tudo isso contribuiu para que minha experiência lendo esse grande romance do Horowitz fosse bastante prazerosa, para que a leitura fluísse rapidamente e que eu me sentisse cada vez mais imersa nesse mundo a ponto de querer juntar as pistas sozinha e tentar desvendar o caso do - posso assim dizer - nosso amigo Chase.

Até logo,
Maria Clara!

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