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Resenha #73: A Pequena Alice No País das Maravilhas - Lewis Carroll


Autor: Lewis Carroll
Tradutora: Marina Colasanti
Ilustrador: Emmanuel Polanco
Gênero: literatura Infantil
Editora: Galerinha
ISBN: 9788501070364
Ano: 2015
Páginas: 56

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Avaliação:    



Resenha:


Por volta de 1865, Lewis Carroll conheceu uma menina de nome Alice, de 10 anos, e criou uma história que a garotinha adorou. Por incentivo de amigos, ele escreveu um livro com a história mais desenvolvida, ilustrou e presenteou a garota com o exemplar. Mais tarde, o livro foi publicado, ganhando muito reconhecimento, sendo lido até por grandes nomes como o escritor Oscar Wilde e a própria rainha da Inglaterra, Vitória. Hoje, ao completar 150 anos, é notório que Alice se transformou em referencia cultural, não só para as crianças, mas também para todas as faixas etárias e para comemorar a data a Editora Galera Record, através do selo Galerinha, lançou essa edição escrita pelo próprio autor para as crianças do mundo todo.





Alice estava sentada sob uma arvore, quando avistou um coelho branco de olhos cor-de-rosa, todo apressado e gritando "estou atrasado, estou atrasado!". A menina decide seguir o coelho, e acaba caindo numa toca, até que chega no fundo do buraco que a leva ao estranho País das Maravilhas, onde a garota irá passar por grandes aventuras e conhecer criaturas como o Gato que sorri, o Chapeleiro Maluco, a Lagarta filosófica, a Rainha que adora mandar decapitar a cabeça das pessoas, entre outros.


Com personagens extremamente distintos e peculiares, o livro nos traz uma garota inteligente, esperta e corajosa, que "perdida" no País das Maravilhas, tenta buscar uma saída,  mas acaba se enrolando e sai de um ambiente esquisito ou extraordinário para outro tão criativo quando o anterior, o que encanta o leitor com descrições que enchem os olhos como as ilustrações feitas pelo Emmanuel Polanco. Lewis Carroll escreve o livro em primeira pessoa, onde o narrador dialoga com as crianças que estão a folhear o livro, o que às vezes é bem divertido, pois faz com que a criança pare para pensar em determinado questionamento feito pelo narrador.


Em capa dura, fonte e espaçamento adequados, mapa do País das Maravilhas e ilustrações belíssimas, o exemplar do livro está mais do que perfeito para agradar crianças de todas as idades, e ainda mais para atender o desejo do autor: não apenas ser lida, mas manuseada, babada, dobrada, beijada e tudo o que os pequenos tem direito.

Att,
Pedro S.

Um comentário:

  1. Tenho uma edição de Alice no Pais das Maravilhas e nunca li. Que vergonha!!!
    http://filosofodoslivros.blogspot.com.br/

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