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Conheça: Lançamentos de Janeiro - Grupo Autêntica



Proteja-me - Maya Banks
Caleb Devereaux é um homem atraente, herdeiro de uma família rica e poderosa. Quando sua irmã caçula é sequestrada, ele tenta de tudo para encontrá-la, mas todos os esforços são em vão. A última esperança é Ramie St. Claire, uma jovem sensitiva de quem ouve falar, e que teria o poder de se conectar com pessoas localizando-as ao tocar em um objeto delas.

Caleb conhece Ramie e instantaneamente os dois percebem que a atração entre eles é intensa. O que o milionário não imagina é que a habilidade da bela moça tem um alto preço: ela vivencia a dor de quem ajuda, e isso custa-lhe sua própria vitalidade. Por isso, depois de achar a sequestrada, Ramie desaparece da vista do rapaz.

Ao mesmo tempo arrependido pelo sofrimento causado à jovem e profundamente fascinado por ela, ele tenta encontrá-la sem êxito. E quando pensa que Ramie havia partido para sempre, ela reaparece, e desta vez é ela quem pede ajuda. Seu dom a colocou em perigo e ela está sendo perseguida. Agora, Caleb vai fazer qualquer coisa para protegê-la, arriscando tudo, inclusive seu próprio coração.


Arrivederci amore, ciao - Massimo Carlotto 

 Giorgio Pellegrini, ex-militante de extrema-esquerda, traiu todos os seus antigos camaradas para fugir da prisão e lança mão de seu charme para seduzir as mulheres e roubá-las. Ele acaba pegando gosto pelo crime ao tentar forjar um recomeço político que lhe permitiria entrar na alta sociedade.

“Excitante, fortíssimo, bebemos este amore como se bebe uma grappa, gosto amargo mas bom pra diabo. Adoramos detestar esse canalha." Brigitte Hernandez, Le Point

“Uma narrativa à queima-roupa.” Bernard Le Saux, Le Figaro


“A moral deste romance sem moral é que ele é formidavelmente cativante.” André Rollin, Le Canard Enchaîné


O sofrimento de Deus - Inversões do Apocalipse -  Boris Gunjevic, Slavoj Žižek 

O sofrimento de Deus: inversões do Apocalipse é uma análise e uma reconstrução brilhante dos três maiores sistemas de crença da atualidade. Um debate entre Slavoj Žižek, um dos intelectuais mais articulados do mundo, e o filósofo croata Boris Gunjevi?, teólogo radical. Em seis capítulos que descrevem o cristianismo, o islã e o judaísmo usando as ferramentas da análise hegeliana e lacaniana, o livro mostra como cada sistema religioso entende a humanidade e a divindade, e como as diferenças entre eles podem ser muito mais estranhas do que parecem à primeira vista. Os debatedores nos oferecem uma investigação crítica, não um texto religioso. Com uma dedicação contagiosa e uma genialidade para realizar conexões improváveis, Žižek põe em xeque o suposto ateísmo ocidental e contempla a ideia desconcertante de um Todo-Poderoso que tanto sofre quanto ora. Partindo das artimanhas de Žižek e apresentando outras, Gunjevi? faz a convocação revolucionária de uma teologia que enfraqueça a astuciosa “escravização do desejo” do mundo capitalista. Com exemplos marcantes e uma lógica afiada, Žižek e Gunjevi? evocam pensadores que vão de Agostinho a Lacan, e discussões que incluem a dualidade entre ética cristã e pagã, a “luta de classes” subentendida na leitura do Alcorão e o papel do gênero no islã. Juntos, eles confirmam e analisam a fé no século XX, abalando as estruturas das tradições abraâmicas.




Meios sem fim - Notas sobre a política - Giorgio Agamben

“Publicado na Itália, em 1996, Meios sem fim é, segundo o próprio Agamben, um conjunto de textos (escritos entre 1990 e 1995) que se referem, cada um a seu modo, a um canteiro de obras cujo primeiro fruto tinha sido a publicação do primeiro volume de Homo Sacer (O poder soberano e a vida nua, Einaudi, 1995). Embora não se constituam propriamente como um dos volumes da série Homo Sacer, os breves ensaios de Meios sem fim antecipam os seus núcleos originais e apresentam alguns de seus ‘estilhaços e fragmentos’: a vida nua, a biopolítica; o estado de exceção; o campo de concentração; o refugiado; as sociedades democrático-espetaculares; a política como a esfera dos meios puros ou dos gestos. Mas Meios sem fim é também o exercício de confronto visceral entre um filósofo vivo e os mais urgentes acontecimentos de seu tempo (o que se passou nos territórios da antiga Iugoslávia; a situação de um Estado sem povo, como o Kuwait, ou de povos sem Estado, como os curdos, os armênios, os palestinos e os judeus da diáspora; os eventos de Timisoara, na Romênia, que levaram à queda do ditador Nicolae Ceau?escu; os protestos na China, na praça da Paz Celestial; a Guerra do Golfo). Todos esses eventos pedem um novo pensamento que lhes dê inteligibilidade. E é esse novo pensamento que o leitor tem diante dos olhos nestes ensaios. Uma nova filosofia, como toda filosofia, surge somente no embate com o mundo que a cerca e que está aí para nos dar lições. Os filósofos são aqueles que sabem aprendê-las.” - Cláudio Oliveira


A potência do pensamento - Ensaios e conferências - Giorgio Agamben

“Publicado na Itália em 2005, A potência do pensamento é uma coletânea de ensaios e conferências escritas por Giorgio Agamben ao longo de um período de quase trinta anos. Entre os textos aqui reunidos, o leitor encontrará desde o ensaio ‘Aby Warburg e a ciência sem nome’, de 1975 – estreitamente ligado às pesquisas, desenvolvidas por Agamben na biblioteca do Warburg Institute de Londres, que darão origem a seu segundo livro, Estâncias, de 1977 –, até o ensaio ‘A obra do homem’, de 2004, que antecipa as investigações sobre o conceito de inoperosidade, que domina as reflexões dos dois tomos do último volume de Homo Sacer: ‘Altíssima pobreza’, de 2011, e ‘O uso dos corpos’, de 2014. Reunidos pelo autor em três núcleos de preocupações centrais que acompanham a sua obra (Linguagem, História e Potência), estes ensaios e conferências oferecem talvez o mais extenso e completo panorama da obra deste filósofo italiano que está entre os mais importantes do nosso tempo. A potência do pensamento é também o livro de Agamben que permite, àqueles que acompanham o seu percurso, entender como seu pensamento se constrói num diálogo permanente com autores tanto da filosofia antiga (como Platão e Aristóteles), quanto da filosofia contemporânea (como Benjamin e Heidegger, mas também Foucault, Deleuze e Derrida), assim como da linguística e da antropologia do século XX (como Jean-Claude Milner e Furio Jesi). Tais autores são não só objeto destes ensaios, mas, sobretudo, ‘amigos’ deste pensamento.” - Cláudio Oliveira


O diário de Drácula - Marin Mincu

O príncipe Vlad III da Valáquia, o empalador, herdara de seu pai, Vlad II o apelido dracul, que significa “o diabo”, em romeno. Não à toa. Drácula foi um personagem histórico, guerreiro na luta contra o Império Otomano e a expansão islâmica na Europa. Mas sua crueldade e seu sadismo o caracterizaram como dracul, pelo modo como matava seus inimigos e os empalava, e inspirou Bram Stoker em sua obra mais célebre.Baseada na vida de Vlad III, esta obra não se vale nem da lendária crueldade do príncipe nem do gosto gótico ou das histórias de vampiros comuns na literatura atual. Mincu ressuscita o personagem histórico, o guerreiro que o papa Pio II apoiou e admirou na esperança de torná-lo o principal comandante da luta contra os turcos e contra o islamismo. De maneira original, este romance é apresentado em primeira pessoa pelo próprio Drácula durante sua prisão no castelo de Visegrád, um homem consciente da própria lenda negra, a par dos documentos históricos que essa lenda alimentou. Isso só é possível porque o Drácula de Mincu é, como foi o príncipe Vlad, um homem culto, poliglota, um humanista levado a agir por um destino mais sofrido do que desejado.


O Sol e o Peixe - Virginia Woolf

“Aquários recortados na uniforme escuridão encerram regiões de imortalidade, mundos de luz solar constante onde não há chuva nem nuvens. Seus habitantes fazem, sem parar, evoluções cuja complexidade, por não ter nenhuma razão, parece ainda mais sublime. Exércitos azuis e prateados, mantendo uma distância perfeita apesar de serem rápidos como flecha, disparam primeiro para um lado, depois para o outro. A disciplina é perfeita, o controle, absoluto; a razão, nenhuma. A mais majestosa das evoluções humanas parece fracae incerta comparada com a dos peixes.”

É Virginia Woolf, em “O sol e o peixe”, ensaio que dá título à presente coletânea, na qual se reúnem nove de suas prosas mais poéticas. Nelas, Virginia contrasta a visão de um eclipse total do sol com a dos peixes num aquário de Londres; discorre sobre Montaigne e sobre a paixão da leitura; relembra, em traços delicados e comoventes, a convivência com o pai; teoriza sobre a nascente arte do cinema e sobre as relações entre a literatura e a pintura; enaltece as paradoxais vantagens de se ficar doente; celebra as belezas naturais de Sussex e as delícias urbanas de uma caminhada fortuita por Londres. Eis aqui Virginia, em toda a força poética de sua prosa.


A Herança Africana no Brasil - Daniel Esteves

A presença de elementos africanos tem enriquecido a sociedade brasileira por séculos. Mas essa é também uma história de trabalho e sofrimento, perseguição e superação. Nesta HQ inédita, conhecemos os princípios da escravidão no Brasil, suas várias etapas, as lutas pela libertação, e a maneira como a influência africana ajudou a formar a cultura, a religiosidade, o cotidiano e o próprio povo brasileiro.










Descobrindo um Novo Mundo - Lillo Parra


Entre o final da Idade Média e o início da Época Moderna, os europeus lançaram-se aos mares em busca de novas rotas comerciais. Esse período, conhecido como As Grandes Navegações, é representado nesta HQ inédita, que mostra como os exploradores portugueses ligaram Ocidente e Oriente, ao mesmo tempo em que colocavam no mapa territórios antes desconhecidos, como a terra que ganharia o nome de Brasil.


Um comentário:

  1. Oi meninos! Tudo bom?
    Gosto muito do Grupo Autêntica e estou sempre de olho em algum de seus livros, mesmo fazendo um tempo que não vejo a lista, tenho o prazer de conferir alguns ótimos livros, já que a lista chegou até aqui. Proteja-me parece ser bom, mas depois que me decepcionei com a Maya fiquei com o pé atrás, criei expectativas demais diante do que ela tinha a oferecer e no fim me decepcionei.
    Uau, Arrivederci amore, ciao parece ser muito intenso e estou apaixonada por essa capa, quando tiver a oportunidade e colocar as leituras e resenhas em dia, vou solicitar, e se você fizer a resenha antes, me avisa que venho conferir!

    Beijinhos,
    www.percepcoes.blog.br

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